[REVIEW] Tetris: o imortal!

E aí, caros internautas, alguém aí já jogou Tetris hoje? É inegável que este game é uma ótima forma para passar o tempo, seja nas filas ou qualquer outro tipo de espera que lhe faria sofrer, aquele belo chá de paciência tem que estar em dia!

Mas vamos ler um pouquinho sobre esta droga virtual!

Tetris (em russo: Тетрис) é um jogo eletrônico muito popular, desenvolvido em 1984 por Alexey Pajitnov, Dmitry Pavlovsky e Vadim Gerasimov. Pajitnov e Pavlovsky eram engenheiros informáticos no Centro de Computadores da Academia Russa de Ciências e Vadim era um aluno com 16 anos.

Tetris foi um dos primeiros itens de exportação de sucesso da União Soviética e um dos primeiros a ser visto como um tipo de vício. Atingiu um público alvo inédito na história dos videogames.

Alexey Pajitnov conheceu o quebra-cabeças Pentaminó e decidiu criar uma versão virtual dele para seu computador Electronica 60. Removeu um dos blocos do jogo e nomeou com o prefixo quatro em grego: Tetris.

O jogo consiste em empilhar tetraminós que descem a tela de forma que completem linhas horizontais. Quando uma linha se forma, ela se desintegra, as camadas superiores descem, e o jogador ganha pontos. Quando a pilha de peças chega ao topo da tela, a partida se encerra.” por Wikipedia

GAMEPLAY

OBS.: assisti ao vídeo até os 4min. sem piscar!!! É um jogo muito viciante!!!!

Aposto que já jogou Tetris em um deste mini-game super nostálgico! Eu tenho o meu até hoje!! E sim, é o mesmo desde os 90’s.

Algo marcante no jogo é composto por duas coisas: música e imagem. Confiram

Música marcante com essa tela inicial super bonita, bem legal, né?

Pajitnov percebeu o potencial do jogo por não conseguir parar de jogar antes mesmo de terminar o programa, bem como dois colegas de trabalho que ajudaram a finalizar o jogo e todos os colegas do centro de computação, que haviam recebido cópias em disquetes gravados pelo próprio Pajitnov. Para não ser acusado de viciar os pesquisadores num passatempo eletrônico, destruiu todos os discos ao fim do expediente. Entretanto, o jogo continuou sendo distribuído, de maneira informal, até chegar a pessoas interessadas em comercializá-lo.”

DIREITOS AUTORAIS

“O jogo continuou sendo distribuído, de maneira informal, até chegar na Hungria, onde Robert Stein, um leigo em computadores que não gostava de jogos eletrônicos, passou horas jogando Tetris e decidiu negociar os direitos do game para lançar por sua empresa, a inglesa Andromeda. O jogo foi editado para o público norte-americano por esta empresa, criando a trilha sonora, o slogan “From Russia With Love”, retirado de um filme de 007, e as letras estilizadas como o alfabeto cirílico. A empresa então passou a negociar os direitos do jogo como se fosse criação sua. Em janeiro de 1988 a Mirrorsoft e a Spectrum Holobyte, de Robert Maxwell, lançaram a versão para computador do jogo na Europa e nos Estados Unidos, e sublicenciaram para Atari, Sega e diversas outras empresas.

Quando Tetris se tornou um sucesso, foi criada a instituição soviética Electronorgtechnica, chefiada por Alexander Alexinko, que tinha por finalidade regular o comércio de itens de computação para fora da União Soviética. Esta instituição assume as negociações dos direitos de Tetris quando Evgeni Nikolaevich Belikov convoca Robert Stein para mais uma rodada de negociações em Moscou. O contrato criado pelos russos e aceito por Stein descrevia os aparelhos habilitados a utilizar o jogo como computadores pessoais apenas. Com este deslize, se inicia uma maratona judicial em junho de 1989 que questionava a natureza dos jogos eletrônicos.

Minoru Arakawa, presidente da Nintendo norte-americana, sabia que era preciso um jogo convincente para dar o impacto necessário ao lançamento do Game Boy, e decide que este seria Tetris. Negocia então uma comissão para poder comprar os direitos russos do jogo. Simultaneamente, Robert Maxwell enfrentava problemas devido ao contrato rescindido e chegou a falar com Mikhail Gorbachev para garantir a possibilidade de comercializar o jogo com sua empresa.

Belikov não cedeu, e chegou a fazer reuniões com todos os candidatos aos direitos do jogo ao mesmo tempo sem que soubessem, em salas separadas. Assim, quem ficou com os direitos foi a Nintendo.”

Quem tiver Facebook poderá encontrar um desafio Tetris para passar o tempo, que mané SongPop que nada!!

 

Espero que tenham curtido a matéria e vão jogar Tetris JÁ!!!

Abraços,

Fúria

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9 respostas para [REVIEW] Tetris: o imortal!

  1. Gebirge disse:

    Tetris é muito massa. Foi uma ideia de gênio vender o Tetris junto do Gameboy, porque dificilmente alguém se arriscaria com um jogo desses. O jogo é foda mas tem muito preconceito de pessoas que só vêem o jogo de longe e já acham que é apenas “um joguinho de bloquinho idiota”.

    Bons tempos dos minigames piratas 1000 em um em que 500 eram jogos Tetris e outros 500 eram de cobrinha….

    Eu me lembro de ter visto um documentário sobre tetris, falando a parte dos direitos autorais de como a nintendo mandou Atari pro saco xD

    Foi bom relembrar desse jogo lendo o seu post, Até mais Furia!

    • Fúria disse:

      Fala Gengibrão!! Hehehe muito obrigado por comentar e por ter gostado da matéria. Realmente, Tetris marcou uma época muito boa pra quem não podia ter um Game Boy e tinha que se contentar com um 1.000 in 1 bem nesse esquema que você falou hehehe ô época danada de boa!!

      Abraços,

      Fúria

  2. Gamer Caduco disse:

    Um dos jogos mais viciantes EVER!
    E a versão de Game Boy é disparada a melhor, eu joguei muito na vida.
    Os brick games eu detestava, achava muito genérico e parecia um jogo diferente… acho que faltava sons decentes, sei lá! hahaha! E meu pai é da mesma opinião, o que é mais engraçado. Não a toa ele teve 2 Game Boys na vida só com Tetris e hj ele roubou meu GBA pra jogar o mesmo jogo, já que os dois “tijolões” quebraram. E olha que meu pai nem é gamer, mas é viciado neste jogo. Acho ele uma invenção genial!
    Ótimo post!

    • Fúria disse:

      Maluco!! Pessoal curtiu a matéria hein!!! ahahaha fico feliz que tenha curtido, Caducão! Digitei essa matéria porque sabia que, no fundo no fundo, Tetris merece um espaço em qualquer lugar que esteja relacionado à videogames, é um jogo pioneiro na arte de te prender grudado na frente da tela do game e desaprender a piscar!

      Seu pai é fera, então! É tipo o meu, detesta games, mas gruda na frente da tv ao ver: Golden Axe, Riven, Castlevania SOTN, The Elder Scrolls, e Frostbite hahaha dá pra acreditar? O velho é pilantra pakas, só curte jogo bom!! hahaha

      Abraços,

      Fúria

  3. MarvoxBrasil disse:

    Eu gosto de Tetris cara, uma das versões que não esqueço jamais é a versão do Game Boy Classic, muito legal. Falar sobre Tetris não é pra qualquer um. Um dos jogos-arte mais simbólicos dos vídeogames. Show de bola Fúria!

  4. mmnestudante disse:

    Se tratando de jogos, considero o Tetris a invenção mais genial de todos os tempos e a melhor maneira de jogar Tetris é a partir do cartucho original para Game Boy Classic e pelo próprio portátil!!!
    Falando deste aparelho, descobri que é possível instalar backlight nele através de um kit disponível neste site. http://www.nonelectronics.com
    E garanto: se a instalação for bem feita, o resultado fica ótimo!

    Também tenho um carinho especial para os Brick Games, pois traziam o jogo Tetris a quem não possuia um GB, já que estes custavam mais que o salário mínimo da época.
    Nos anos 90, os Brick Games eram bastante populares, principalmente entre os adultos.
    Os mais antiguinhos eram um pouco mais bem feitos, traziam boas e exclusivas variações do Tetris e a mesma melodia do jogo para GB. Um famosão da época era a versão Brick Game Apollo que funcionava com 3 pilhas.

  5. Guilherme Otávio Santos disse:

    Eu tive um mini game Apollo de 188 jogos por volta de 1995.

    Grupos de jogos do Apollo 188 in 1:
    A: 2 jogos.
    B: 2 jogos.
    C: 2 jogos.
    D: 14 jogos.
    E: 28 jogos.
    F: 28 jogos (Tetris).
    G: 28 jogos (Tetris).
    H: 28 jogos (Tetris).
    I: 28 jogos (Tetris).
    J: 28 jogos (Tetris).

    Esse mini game não tinha o jogo de corrida e nem a serpente. Foi um dos primeiros produzidos em 1995. Ele falava várias palavras em inglês e era preto, com detalhes em verde e amarelo em volta do visor. Esse mini game tinha o botão “reset”, que, quando pressionado, o mini game mostrava tudo o que o visor possuía, inclusive, detalhes que nem faziam parte do funcionamento normal do jogo. Por exemplo, do lado direito do visor, quando o reset era mantido pressionado, apareciam várias frutas numa fileira vertical que eu até achava legal, mas que não apareciam durante o funcionamento normal do jogo. Quando ligado, ele mostrava piscando no visor: 188 in 1. Todos os jogos tinham níveis de dificuldade (level) de 0 a 9 e velocidades (speed) de 0 a 9. Os jogos do grupo A eram com aquele canhão que ficava na parte debaixo do visor, que a gente movia para os lados, “matando” todos os quadradinhos que iam descendo pelo visor. Quando se pressionava o botão “down/mode” o canhão se duplicava e uma vida do jogo era eliminada. Um outro detalhe desse mini game era quando a gente perdia uma vida e ele falava “não! não!”, mais ou menos isso. No jogo tetris, quando fazíamos uma linha horizontal inteira, às vezes sim e às vezes não, ele falava “good!”. Esse mini game operava com 3 pilhas pequenas, assim como, o Apollo 18 in 1.

    Até hoje, eu considero esse mini game um dos melhores que eu tive e é uma pena que esse modelo nunca mais tenha sido produzido, pois, em 1996, eu procurei por toda cidade esse Apollo 188 in 1 e não achei nada. O que eu encontrei foram os modelos Talking Brick Game 132 in 1 com grupos de jogos do A ao F, Brick Game 160 in 1, com grupos de jogos do A ao H e o Talking Brick Game 132 Plus 6, que era igual ao de 132 jogos, porém, com mais 6 jogos. Esses modelos que eu citei possuíam os mesmos jogos e os mesmos sons do Apollo de 188 jogos, mas, com músicas diferentes e o modelo de 160 jogos já não falava palavras em inglês. Apenas emitia sons e tocavam músicas no início e término de cada jogo. E esses modelos tinham menos jogos que o Apollo 188 in 1. Em todos esses mini games, inclusive o Apollo de 188 in 1, a cada troca de nível, eles tocavam música e mostravam a palavra “Nice” piscando no visor, na vertical. Esses outros mini games não eram Apollo e funcionavam com apenas 2 pilhas pequenas, além de não terem o botão reset. O Apollo de 188 jogos mantinha os pontos memorizados no score, mesmo quando o jogo era desligado, já os Brick Games de 132, 132 plus 6, e 160 jogos, não mantinham com os pontos memorizados após serem desligados. E eles possuíam um bonequinho no canto direito inferior do visor que mexia os braços quando perdia o jogo, fazia pontos ou trocava de nível. Já o Apollo já não tinha o bonequinho. E o Apollo só voltava ao modo de fábrica, apagando os pontos do score, quando se apertava o botão “reset”, ou quando o mini game sofria uma queda contra o chão quando estivesse ligado. O Apollo de 188 jogos tinha um selo redondo e branco, com letras pretas e detalhes dourados colado na parte da frente, logo abaixo do visor, escrito “Apollo – 188 in 1 – English Talking”, inclusive estava escrito a mesma coisa na parte preta do mini game logo abaixo dos botões, sendo que, a palavra Apollo estava escrita em vermelho, mas de forma diferente do Apollo 18 in 1.
    O meu mini game Apollo de 188 jogos que ganhei em 1995, porém, deu defeito na placa eletrônica dos botões, sendo que, o botão “rotate/direction” parou de responder aos comandos dados ao jogo. A placa ficou com uma mancha preta em cima do sensor dessa função. Joguei fora o mini game e nunca mais encontrei outro igual para vender.

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