Feira EGS volta a São Paulo

Esta sigla vai voltar a fazer parte da agenda de eventos de São Paulo…
Eu tinha dito anteriormente que dia 6 de julho novas informações apareceriam. E realmente apareceram. Dias 28 a 30 de outubro(sexta-sábado-domingo) acontecerá mesmo a EGS que já aconteceu aqui em São Paulo-SP em 2004 e 2005 no Expo Center Norte, no gigantesco pavilhão vermelho.

Desta vez o evento tomará conta do Transamérica Expo Center, uma área de eventos nos arredores do luxuoso hotel Transamérica, em São Paulo. É um local de 33 mil metros quadrados de área útil, com capacidade para receber 4 mil pessoas. É o mesmo espaço que atualmente recebe eventos como a Eletrolar (feira de eletrodomésticos) e a Salex (de equipamentos para festas e fliperamas).

O novo endereço é: Rua Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro – São Paulo-SP

Foi neste lugar que em 2006 rolou a AGE – Arena Gamer Experience que também foi um evento de games, um pouco menor mas muito legal, tenho boas lembranças daquele evento, inclusive dos bonecões de posto do Mário e Luigi. Saiba mais do local aqui => Transamérica Expo Center

No evento de divulgação, capitaneado pelo executivo belga Bertrand Cauldron (ex-Electronic Arts, hoje um conselheiro da Oelli), foram divulgados os nomes das empresas que estão apoiando a EGS 2011: Microsoft, Konami, THQ, Square, Level Up! e Ubisoft (por meio da NC Games) são algumas das confirmadas até agora. Outras empresas devem ser reveladas nas próximas semanas, assim como detalhes sobre preços de ingressos. A expectativa é a de que Nintendo e Sony engrossem o caldo de participantes em breve. Fica difícil imaginar um evento de games bem sucedido no Brasil sem a presença das três principais fabricantes de consoles (além delas, a Microsoft, que já está confirmada).

Vale ressaltar que, alguns dias antes da EGS, ocorre um outro evento de games de grande porte no país: de 5 a 9 de outubro rola o Brasil Game Show, no Centro de Convenções SulAmérica, no Rio de Janeiro. Apesar de que, segundo a Oelli, o foco dos esforços da EGS seria o consumidor casual de games, e não apenas o hardcore.

Mas as perguntas que o ressurgimento da EGS estimulam são pertinentes: o Brasil precisa de tantos eventos de games tão ambiciosos? Há tanto público assim disposto a pagar para visitar esse tipo de acontecimento? O chamado “casual” é mesmo um público capaz de ser atingido por uma feira de games? Melhor ainda, o mercado brasileiro suporta tantos eventos? As empresas que estão no Brasil possuem, afinal, capacidade para investir dinheiro e esforços em tantas oportunidades assim? Estaria rolando uma nova “bolha” do mercado de games nacional, ou estamos finalmente vivenciado a tão sonhada estabilidade, aquela que as empresas tanto alardearam e prometeram lá pelos idos de 2004, 2005… e que jamais se concretizou na prática (ou será que já e nem percebemos)?

Fonte: Gamer.Br (IG)

Texto de Marvox no Fórum #RetrogamesBrasil

 

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